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MMSG celebra o Dia Internacional da visibilidade transgênero

  • charodri
  • há 5 dias
  • 1 min de leitura

Há 36 anos lutando pelos direitos humanos, o Movimento de Mulheres em São Gonçalo reitera o enfrentamento a todas as formas de preconceitos e discriminações de gênero


Arte: NEACA/TR


Há 36 anos lutando pelos direitos humanos e enfrentando todas as formas de preconceitos e discriminações de gênero, o Movimento de Mulheres em São Gonçalo (MMSG) apoia o Dia Internacional da Visibilidade Transgênero.


Criado em 2009 pela ativista norte-americana transgênero Rachel Crandall, o dia passou a ser celebrado em todo dia 31 de março e se tornou um marco fundamental para reconhecer a identidade, a história e as conquistas da comunidade transgênero ao redor do mundo.


Entre outras conquistas, a data tem como objetivo dar visibilidade às pessoas trans, destacar as questões que enfrentam e promover o respeito aos direitos e à dignidade dessas pessoas.      

O Dia Internacional da Visibilidade Transgênero é uma oportunidade para honrar as pessoas trans e suas contribuições para a sociedade, além de lançar luz sobre os desafios que ainda enfrentam, como a discriminação, o estigma e a violência.


Um dossiê da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra) apontou que o Brasil continua sendo um dos países mais letais para essa comunidade, diante das 122 mortes registradas em 2024.


Na última quinta-feira, durante celebração dos seus 36 anos de fundação, o MMSG reiterou a sua luta contra os feminicídios/transfeminicídios, ao disseminar o ‘Pacto Nacional de Prevenção aos Feminicídios’. Na ocasião, o MMSG homenageou a dona de casa Silvia de Souza Soares Souza, 53 anos, mãe da jovem trans Amanda Souza Soares, de 23 anos, assassinada no dia 1 de fevereiro de 2024, em São Gonçalo

 
 
 

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